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Política de Privacidade

Em vigor desde 19 de setembro de 2026 · versão 33 · ver histórico

O resumo honesto: guardamos o seu e-mail (para o link de acesso) e o que você mesmo cadastra: sua coleção, sua watchlist e seus ajustes. Nada de senha, nada de publicidade, nada de venda de dados. A audiência é medida em número agregado, sem montar perfil seu: a régua da Cloudflare não usa cookie, e a do Google Analytics usa um cookie só de estatística, nenhum de publicidade. Nos e-mails de novidades, e só neles, medimos abertura e clique para saber se eles valem a pena; quem não autorizou novidades não recebe e não é medido. Contas novas guardam também por onde você chegou ao site, uma vez só, para sabermos onde vale divulgar o Cofre. Quis apagar, você mesmo apaga, na hora, e não fica cópia.

1. Quem é o responsável

O Cofre TCG (cofretcg.com.br) é mantido por uma pessoa física, sem fins comerciais: o responsável pelo site, que atua como controlador dos dados na forma da LGPD (Lei nº 13.709/2018). Para qualquer assunto de privacidade, inclusive para saber a identificação completa do controlador, exercer seus direitos ou pedir a exclusão dos seus dados, escreva para suporte@cofretcg.com.br. Respondemos de verdade, e no mesmo endereço.

2. O que guardamos, e o que não

Se você só visita o site, não guardamos nada seu no servidor. O que você montar sem conta fica no armazenamento local do seu navegador e não sai dele.

Se você cria conta, guardamos:

O que não fazemos: não usamos cookie de publicidade, não exibimos anúncio e não seguimos você por outros sites; não pedimos documento nem endereço, e o único dado obrigatório continua sendo o e-mail; não processamos pagamento. Como qualquer serviço na internet, os servidores mantêm registros técnicos de acesso (endereço IP) por segurança, pelo prazo curto padrão das plataformas usadas.

Câmera e fotos do scanner. A aba Escanear usa a câmera (ou uma foto que você escolher) para identificar cartas. Todo o processamento acontece no seu aparelho: a imagem não é enviada a servidor nenhum (nem nosso, nem de terceiros) e não é guardada em lugar algum; ao sair da aba, a câmera desliga. O que pode ir para o servidor é só o resultado que você confirmar: a carta escolhida entrando na sua coleção, como qualquer outro cadastro.

Medição de audiência. O site usa duas réguas para contar quantas visitas cada página recebe, e nenhuma delas monta perfil seu para publicidade:

Nada disso identifica você nem é cruzado com a sua conta, e serve para uma coisa só: saber se o Cofre está sendo usado e o que precisa melhorar. A medição roda apenas no endereço oficial (cofretcg.com.br). Base legal: legítimo interesse (art. 7º, IX da LGPD). Se você usa bloqueador de rastreadores, é provável que ele já bloqueie as duas medições, e o site funciona igual.

Pelo mapa Por perto, a partir do momento em que você cadastra cidade e estado, guardamos ainda: o nome que aparece no mapa, o código oficial do município ao lado da cidade que você já cadastrava, a data em que você entrou no mapa (que vale como a sua declaração de ter 18 anos ou mais), a data em que você saiu do mapa, se você tiver saído (é o que garante que cadastrar a cidade de novo não traga você de volta sem você pedir), e a lista das pessoas de quem você marcou que não quer mais mensagens, que só você lê e só você apaga. Nenhuma coordenada sua é guardada: a posição no mapa é a do centro da cidade, igual para todo mundo de lá.

Para usar o mapa é preciso ter conta e dizer de onde você é. Desde 09/09/2026 quem abre o Por perto sem conta vê o mapa do Brasil e as cidades desenhadas nele, e mais nada: não dá para pesquisar uma cidade nem ver quem está no mapa. Com a conta criada, você escolhe a sua cidade numa lista dos municípios do Brasil e ela passa a ser a cidade do seu cadastro, porque é dela que sai a distância até cada pessoa do mapa: trocá-la no mapa troca a do seu perfil. Ela fica guardada também no seu navegador, para o mapa já saber de onde medir. A cidade é sempre a que você declarou, pode ser trocada a qualquer momento, e o site continua sem pedir e sem ler a localização do aparelho.

Se você falar comigo no WhatsApp, pelo botão que fica na página Sobre, em "Fale comigo": esse botão só abre o WhatsApp com uma frase pronta, e nada seu vai junto. Ele não leva o seu e-mail e não diz se você tem conta aqui. Nós medimos apenas que alguém clicou nele, no mesmo número agregado da audiência, sem identificar quem.

A partir do momento em que você escreve, é uma conversa de WhatsApp como qualquer outra: o aplicativo entrega o seu número e o nome do seu perfil, e a conversa fica guardada nos dois aparelhos, como toda conversa sua. Uso isso para responder você e para corrigir o que você apontar do site, e nada dali é cruzado com a sua conta do Cofre nem com a medição de audiência. Não mando oferta, novidade nem propaganda por lá sem você ter dito que quer receber, e pedir para parar é uma frase. O canal é meu, um número pessoal: nunca peço senha, código de acesso, CPF, dado de cartão ou pagamento por ele, e se alguém pedir isso em nome do Cofre, não sou eu. Quem prefere não usar WhatsApp continua com o e-mail de contato, que resolve a mesma coisa.

3. Para que usamos

Base legal: execução do serviço que você pediu ao criar a conta (art. 7º, V da LGPD) e seu consentimento no cadastro (art. 7º, I). Para novidades por e-mail, só o consentimento expresso e específico (art. 8º), que é seu de dar e seu de retirar.

4. Onde os dados ficam

No banco de dados do serviço Supabase (PostgreSQL), hospedado na região de São Paulo, Brasil, sobre infraestrutura da AWS. O site é servido pela Cloudflare, que também faz uma das medições de audiência do item 2; a outra é do Google Analytics (Google LLC), cujos números de medição podem ser processados fora do Brasil, sob as salvaguardas contratuais do próprio serviço. Esses fornecedores atuam como operadores: guardam e entregam dados por nossa conta e não têm autorização para usá-los para outros fins.

E-mail. As mensagens que o Cofre envia (o link de acesso, os comprovantes e, se você autorizar, as novidades) saem pelo Resend (Resend Inc., Estados Unidos). Ele recebe o seu endereço e o conteúdo da mensagem, pelo tempo necessário para entregá-la e registrar se ela chegou.

Medição dos e-mails. Nos e-mails de novidades e nos de acompanhamento (as boas-vindas, o convite para guardar a primeira carta e o lembrete de quem sumiu) medimos abertura: a mensagem carrega uma imagem invisível de um pixel que avisa quando o e-mail é aberto. Nas novidades medimos também o clique, e nelas os links passam por um endereço de contagem do Resend antes de levar ao destino; nos e-mails de acompanhamento os links vão direto, sem contador no meio. Isso serve para uma coisa só: saber se o que mandamos vale a pena para quem recebe, e parar de mandar o que ninguém abre.

O link de acesso e os comprovantes (dados, exclusão de conta, saída da lista) não têm medição nenhuma, e essa é a parte que não muda: o e-mail que serve para você entrar no site é o pior lugar possível para haver curiosidade nossa. A abertura é sempre uma estimativa, porque muitos programas de e-mail bloqueiam a imagem, e outros a carregam sozinhos antes de você ver a mensagem. Base legal: para as novidades, o mesmo consentimento que as autorizou (art. 8º da LGPD), e ao sair da lista a medição acaba junto; para os e-mails de acompanhamento, o legítimo interesse em saber se as mensagens do próprio serviço estão chegando e sendo lidas (art. 7º, IX), sem que disso saia qualquer perfil sobre você: o que medimos é o e-mail, não a pessoa.

Fontes de letra. A porta de entrada e o cofre desenham o logotipo com uma fonte servida pelo Google Fonts. Para montar a letra, o seu navegador pede o arquivo ao Google, e nesse pedido vai o seu endereço IP, como em qualquer endereço que você abre. Nenhum dado da sua conta acompanha o pedido e não há cookie envolvido. Esta página, a de perfil e a de erro não carregam fonte externa nenhuma.

Cada linha do banco é protegida por regra de acesso no próprio servidor (Row Level Security): só a sua conta lê e escreve o que é seu. Todo o tráfego usa HTTPS.

5. O que fica visível para outras pessoas

Por padrão, nada. Sua coleção, sua watchlist e seu cadastro são só seus: nenhum outro usuário vê o que você guarda, e seu e-mail nunca aparece para ninguém. O site já teve uma área de Trocas, em que uma oferta publicada ficava visível para as pessoas logadas; ela está desligada.

A exceção é a sua página pública, e ela só existe se você ligar. Desde 27/08/2026 dá para publicar as suas cartas num endereço próprio, no formato cofretcg.com.br/c/seu-apelido, para mandar o link a quem você quiser. O interruptor fica no botão compartilhar, na fita de ferramentas do Álbum, e nasce desligado. Enquanto você não ligar, esse endereço não existe.

Com a página ligada, quem tiver o link vê:

O que NUNCA sai nessa página, nem com os dois interruptores ligados: seu nome, seu e-mail, seu telefone, sua cidade, seu estado, sua rede social, o texto do seu perfil, quanto você pagou em cada carta, suas anotações, onde você guarda a carta e a data em que cada uma entrou. (Cidade e estado saem na página de cartas à venda, que é outra, tem outro endereço e outro interruptor; está logo abaixo.) Isso não é uma escolha do site na hora de desenhar a tela: a lista do que pode sair está escrita dentro do banco de dados, e o que não está nela não é entregue a ninguém.

Ela não entra em buscador. A página é marcada como não indexável, de propósito: ela existe para o link que você manda, não para aparecer em busca.

Desligar é imediato. No mesmo botão você tira a página do ar, e o endereço para de responder na hora, inclusive para quem já tinha o link. O apelido continua reservado para você. Uma ressalva honesta: quem já abriu a página pode ter guardado uma cópia ou uma captura de tela, e isso o site não alcança.

O endereço de vendas leva à mesma página. O cofretcg.com.br/v/seu-apelido continua respondendo e abre essa mesma página já filtrada nas cartas à venda. Não é uma segunda página com um segundo conteúdo: o que aparece em cada uma delas é decidido pelos interruptores abaixo, e não pelo endereço que a pessoa abriu.

O que você vende, troca e procura é outro interruptor. Ele se chama mostrar o que vendo, troco e procuro, fica na mesma folha do botão compartilhar e nasce desligado. Publicar a coleção e abrir os seus negócios são decisões separadas: ligar uma não liga a outra, e quem quiser pode ligar só a segunda.

Com ele ligado, quem tiver o link vê o seu apelido, a data em que você entrou, e de cada carta que você marcou: nome, expansão, número, raridade, quantidade, estado, idioma, o preço que você está pedindo, se você aceita troca nela, a referência de mercado com a data em que foi medida, se ela está disponível, reservada ou vendida, e a observação que você mesmo escrever. Só as cartas que você marcar. Se a página da coleção estiver desligada, o resto do que você guarda não aparece.

A lista de cartas que você procura entra junto. No álbum, o botão faltantes mostra o que falta na expansão aberta; ali existe um botão para publicar essa lista no seu link, e quem abrir vê o nome e o número de cada carta procurada. Tocar nele liga o interruptor acima, porque é isso que você está pedindo ao publicar; a mensagem na tela diz que aconteceu. O mesmo botão tira a lista do ar depois.

Quem quiser falar com você precisa ter conta. Tanto na carta que você anuncia quanto na que você procura existe um botão que abre uma caixa de mensagem; quem não tem conta é levado ao cadastro antes de escrever. Da mensagem guardamos o texto, a data, qual carta ela responde e quem escreveu. Ela é lida por você e por quem escreveu, e por mais ninguém, e o seu e-mail continua sem aparecer para a outra pessoa. Só quem escreve pode apagar a própria mensagem, e você pode apagar as que recebeu.

A sua cidade e o seu estado aparecem no rodapé dessa página. Só eles, e só nessa: frete e entrega em mãos são a primeira pergunta de quem vai comprar, e uma página que não diz de onde a carta sai obriga as duas pessoas a uma conversa inteira antes disso. Por causa deles, o site pede nome, cidade e estado antes de deixar você gerar o link, e diz na mesma tela que os dois últimos vão para o rodapé. Endereço nós não pedimos nem guardamos, e cidade e estado somem da página no instante em que você a tira do ar ou apaga os dados do perfil.

O mapa Por perto é o quarto interruptor. Desde 02/09/2026 existe, dentro do cofre, um mapa do Brasil com os colecionadores que dizem de onde são, cidade por cidade, para quem coleciona perto de você te encontrar e falar com você. Ele se chama Por perto, fica na seção "Mais" do celular e na barra do computador. Desde 11/09/2026, é a sua cidade que liga o mapa: cadastrar cidade e estado, em qualquer tela do site, coloca você nele, com o nome que aparece no mapa (um campo separado do "como te chamar" da conta, preenchido com o seu primeiro nome e a inicial do último, e que você pode editar). Quem não cadastra cidade e estado não aparece e não entra em contagem nenhuma, e sair do mapa continua sendo um toque dentro dele, a qualquer momento. Cadastrar a cidade é também declarar que você tem 18 anos ou mais, e isso está escrito em cada tela que pede a cidade; a data em que você entrou no mapa fica guardada.

Com ele ligado, quem tem conta e abre o mapa vê: o nome que você escolheu para o mapa, a sua cidade e o seu estado, o mês em que você entrou no mapa, se você foi a primeira pessoa da sua cidade a entrar, e, só se os outros interruptores estiverem ligados, o link do seu álbum público e da sua página de vendas, com quantas cartas você anunciou e quantas procura. Desde 09/09/2026 nada disso aparece para quem não tem conta. As contagens por cidade e por estado ("12 colecionadores em Minas Gerais", "3 novos esta semana") são visíveis pelo mapa, nas mesmas condições, e nunca levam nome. A distância que aparece entre pessoas é calculada entre os centros das cidades, nunca a partir da sua posição: o site não pede nem lê a localização do aparelho.

O mapa alcança o Brasil inteiro. Desde 10/09/2026 quem abre o mapa vê quem entrou nele em qualquer cidade do país, da mais perto da cidade que você declarou para a mais longe, e você aparece do mesmo jeito para quem procurar. Entre 05/09/2026 e esta data o mapa mostrava só quem estava a até 100 km, e esse limite deixou de existir: a distância voltou a servir apenas para ordenar a lista e para escrever quantos quilômetros separam duas cidades. Ela continua sendo medida entre os centros das cidades, e o site continua sem pedir e sem ler a localização do aparelho. Se você tinha ligado o mapa antes desta data, o seu alcance aumentou: o interruptor continua no mesmo lugar, e desligá-lo tira você do mapa na hora.

Desde 11/09/2026, dizer a sua cidade é entrar no mapa. Até esta data, cadastrar cidade e estado não colocava ninguém no mapa: era preciso um segundo gesto, o botão "Entrar no mapa". Esse botão deixou de existir como porta, e agora cadastrar cidade e estado, em qualquer tela do site (o próprio mapa, o seu perfil ou o cadastro da sua página de vendas), coloca você no mapa com o seu nome curto e a sua cidade. Isso valeu também para quem já tinha cidade cadastrada: as contas que declararam cidade e estado antes desta data entraram no mapa nesta data, sem precisar fazer nada, e foram avisadas por esta política e pelas próprias telas, não por e-mail. Se você não quer aparecer, a saída é imediata e está em dois lugares: o botão "Sair do mapa", dentro do Por perto, que tira você na hora e não é desfeito por nenhuma edição posterior de cidade, e apagar a cidade e o estado do seu perfil, que também tira. O que sai de cada pessoa no mapa continua exatamente o mesmo de antes, campo por campo.

E o mapa só responde a quem tem conta. Desde 09/09/2026, o pedido de quem não tem sessão não é atendido pelo banco de dados: nenhuma contagem, nenhum nome e nenhuma lista de pessoas sai para quem não entrou. Quem chega sem conta vê o desenho do país e as cidades do Brasil, que são catálogo público do IBGE, e nada mais. O corte é do banco e não da tela, e ele não mudou quando o alcance mudou.

O que nunca sai no mapa: o nome da sua conta, seu e-mail, seu telefone, endereço ou bairro, sua rede social, o texto do seu perfil, quantas cartas você tem, quanto elas valem e o seu último acesso. Como nas páginas públicas, a lista do que sai está escrita dentro do banco de dados, e o que não está nela não é entregue a ninguém. O mapa não entra em buscador.

A mensagem pelo mapa é a mesma mensagem descrita nesta seção: quem te encontra no mapa e tem conta pode escrever para você, com as mesmas regras (nome, estado e WhatsApp só com o sim de quem escreve, e-mail na hora para você, e a mensagem lida só por vocês dois). O que o mapa acrescenta são limites, todos aplicados pelo banco: cada conta manda no máximo dez mensagens por dia pelo mapa e uma por semana para a mesma pessoa, e você pode marcar, na sua caixa de entrada, que não quer mais mensagens de uma pessoa; a partir daí ela não consegue te escrever pelo mapa, e não é avisada disso. Na sua caixa de entrada, a mensagem vinda do mapa mostra a cidade de quem escreveu, se essa pessoa também estiver no mapa.

Sair do mapa é um toque, na mesma tela, sem confirmação. Você some do mapa e das contagens na leitura seguinte (quem estiver com o mapa aberto vê a mudança em até um minuto). Apagar a sua cidade ou os dados do perfil também tira você do mapa. Vale aqui a mesma ressalva das páginas públicas: quem já abriu o mapa pode ter guardado uma captura de tela, e isso o site não alcança.

Seu telefone continua fora da página. O site não publica número de ninguém: quem abre o seu link vê o seu apelido, as cartas e os preços, e mais nada. O número não aparece no anúncio, não entra em busca e não é lido por quem apenas visita.

Ele só atravessa quando você manda uma mensagem e marca que quer atravessar. Ao clicar em "Tenho interesse" numa carta de outra pessoa, você escreve o recado e escolhe, na mesma tela, se o seu nome, estado e WhatsApp vão junto. A caixa já vem marcada, porque uma mensagem que o outro lado não pode responder não serve para nada, e desmarcar é um toque: a mensagem chega igual, sem forma de resposta, e a tela diz isso com todas as letras antes de você enviar. Esses três campos vão para uma pessoa só, a dona daquele anúncio, e ninguém mais no site os vê.

Quando você recebe uma mensagem, o contato de quem escreveu aparece para você na aba Vender ou trocar, junto com um botão que abre a conversa no WhatsApp. Ele só aparece se a pessoa tiver marcado que queria. E você recebe um e-mail na hora avisando que a mensagem chegou, com o texto dela: é aviso de coisa que aconteceu na sua conta, não lista de novidades, e ele para no dia em que você tirar os seus anúncios do ar.

Apagar os dados do perfil limpa o seu telefone, e a partir daí ele não atravessa mais em mensagem nenhuma, inclusive nas que você já mandou.

O Cofre TCG não participa da venda. Não intermediamos pagamento, não cobramos comissão, não entramos na entrega e não temos como garantir que o negócio se cumpra. Anunciar aqui é publicar um aviso, não vender pelo site.

6. Compartilhamento

Não vendemos, não alugamos e não cedemos seus dados a ninguém. Não há anúncio, parceria comercial nem "compartilhamento com parceiros". Dados só sairiam por obrigação legal ou ordem de autoridade competente.

7. Seus direitos e como exercer

8. Por quanto tempo guardamos

Enquanto a sua conta existir. Apagou, acabou: a exclusão remove os dados do banco em cascata, e não mantemos arquivo morto.

Isso vale também para as mensagens sobre anúncios, que têm dois donos: apagar a sua conta remove as que você enviou e as que você recebeu, dos dois lados, sem deixar cópia com a outra pessoa.

Há uma exceção, e ela existe para não incomodar você. Se um e-mail nosso voltar como endereço inexistente, ou se você marcar uma mensagem nossa como spam, guardamos o endereço numa lista de bloqueio para nunca mais escrever para ele. Essa lista guarda o endereço e o motivo, mais nada, e sobrevive à exclusão da conta de propósito: se ela fosse apagada junto, uma conta nova com o mesmo e-mail voltaria a receber o que você já recusou. Para tirar o seu endereço de lá, é só pedir.

9. Crianças e adolescentes

O Cofre TCG não é direcionado a crianças. Se você tem menos de 13 anos, peça a um responsável que faça o cadastro e acompanhe o uso; ao identificar conta de criança criada sem consentimento do responsável, nós a apagaremos.

10. Mudanças nesta política

Se a política mudar (por exemplo, se o site ganhar um recurso novo que trate dados de outra forma), a versão e a data no topo desta página mudam junto, e alterações relevantes serão avisadas na própria tela de entrada. O histórico não vale retroativamente: mudança que amplie uso de dados só vale para quem continuar usando depois de avisado.

Esta página descreve o tratamento de dados pessoais do site. O aviso sobre direitos autorais e marcas (Pokémon, TCGdex e demais titulares) continua no rodapé de todas as páginas.

Histórico de versões

Toda mudança desta política fica registrada aqui, com o motivo. O texto muda; o registro não some.